Vídeos

Vídeo: Lourenço Mutarelli e a materialização do seu inconsciente no SESC Pompeia

A mostra "Meu nome era Lourenço", em cartaz no SESC Pompeia, exibe 147 obras originais de Lourenço Mutarelli, sendo algumas inéditas. Com curadoria de Manu Maltez, a exposição apresenta telas, colagens, esculturas, desenhos e reproduções de cadernos – 21 deles estarão disponíveis para leitura -, além de todos seus livros publicados, trechos de filmes e um excerto de um documentário sobre o multiartista.

Na matéria do programa Metrópolis, da TV Cultura, Mutarelli fala um pouco sobre o seu universo criativo, misterioso e sombrio. "É quase a materialização da construção do meu pensamento, do inconsciente", comenta o artista. "As coisas mais legais dessa exposição não são minhas, são as máscaras, os bonecos. Elas vêm do meu trabalho, mas através da ideia dele [Manu Maltez], da Gigi [Manfrinato] e do Joaquim [Almeida] que trabalharam [em algumas obras expostas]", observa.

A exposição fica em cartaz até 17 de fevereiro de 2019.

Veja a matéria completa a seguir:

Vídeo: O acervo e a retrospectiva de Millôr Fernandes no IMS Paulista

Em cartaz até 27 de janeiro de 2019 no IMS Paulista, a mostra "Millôr: obra gráfica" exibe um conjunto de 538 imagens do humorista, dramaturgo e tradutor, Millôr Fernandes. Com curadoria de Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires, a retrospectiva mapeou sete décadas de produção do artista, partindo do acervo com 7 mil imagens que estão sob os cuidados do IMS.

"Todo esse projeto da exposição, ele nasceu muito do trabalho com o acervo. O Acervo do Millôr Fernandes chegou ao Instituto em 2013, logo um ano após a morte do artista, e esse acervo vem sendo trabalhado desde então: a gente se dedica à pesquisa, à conservação, e isso gera uma catalogação, que vem sendo feita desde então", comenta a curadora Julia Kovensky no vídeo.

A mostra divide em cinco grandes conjuntos a obra gráfica de Millôr, dos autorretratos à crítica implacável da vida brasileira, passando pelas relações humanas, o prazer de desenhar e a imensa e importante produção do “Pif-Paf”, seção que manteve na revista O Cruzeiro entre 1945 e 1963.

"Cada pessoa tem o seu Millôr e cada década tem uma lembrança... O objetivo dessa exposição, que é a primeira feita desse jeito, é a gente dar um panorâma de toda essa produção", observa Paulo Roberto Pires, curador da mostra, no vídeo.

Confira a seguir um pequena amostra desta exposição imperdível:

Vídeo: Depoimento do duo NONOTAK sobre a mostra "次元 Dimensão", na JAPAN HOUSE SP

Em cartaz até o dia 6 de janeiro de 2019, a exposição do duo NONOTAK, na JAPAN HOUSE São Paulo, é a primeira dos artistas na América Latina e apenas a terceira que realizam na carreira. Em "Dimensão", o duo formado por Takami Nakamoto e Noemi Schipfer propõe a quebra entre as fronteiras das artes visuais e da arquitetura através de instalações imersivas e sensoriais, que unem som, luz e performance. "Realmente queríamos que as pessoas descobrisse a maneira vívida como controlamos a luz, assim como a forma como montamos as instalações", comenta Nakamoto.

Conhecidos por usar a tecnologia personalizada e por adotar a tecnologia convencional de maneiras não convencionais para gerar um efeito único e personalizado, os artistas contam no vídeo como começaram suas carreiras e a importância de ter o trabalho do NONOTAK studio exposto na JAPAN HOUSE São Paulo. "Tenho muito orgulho pelo fato da primeira exibição solo do Nonotak Studio na América Latina, ser na JAPAN HOUSE. Isso significa muito para a gente porque estamos retomando as nossas raízes ao mesmo tempo que estamos amadurecendo", completa Nakamoto.

Natasha Barzaghi Geenen, diretora cultural da JAPAN HOUSE São Paulo, ainda observa que a mostra vai no sentido da vocação do espaço cultural, que é apresentar o Japão contemporâneo e suas diversas facetas. "É uma cena jovem japonesa que está sendo representada aqui e que está completamente conectada com o resto do mundo onde ela está inserida", observa.

Confira no vídeo a seguir, publicado no canal da JAPAN HOUSE São Paulo no YouTube, o depoimento dos artistas e falas do curador e da diretora cultural do espaço cultural:

Vídeo: Claudia Andujar e a luta Yanomami

O vídeo "Claudia Andujar: a luta Yanomami | Depoimento da fotógrafa", disponibilizado pelo canal do Instituto Moreira Salles no YouTube, dá uma ideia do que esperar da exposição da fotógrafa e ativista, em cartaz no IMS Paulista até abril de 2019. No depoimento que traz imagens da entrevista da artista e de suas fotos expostas, Andujar fala sobre a sua aproximação do povo Yanomami, da sua luta através da fotografia e sobre a mostra, que abre ao público no sábado (15/12). "Eu acho que a exposição pode ajudar a mostrar um outro povo, como que vivem, um pouco quem são, então de uma certa maneira, essa exposição agora é importante", observa a artista.

A retrospectiva da obra de Claudia Andujar dedicada aos Yanomami, povo indígena ameaçado de extinção, ocupa dois andares do IMS Paulista com aproximadamente 300 imagens e uma instalação, além de livros e documentos sobre a trajetória da tribo em busca de sobrevivência. A seleção do material exposto é resultado da pesquisa de muitos anos realizada pelo curador Thyago Nogueira, coordenador da área de fotografia contemporânea do IMS, no acervo de mais de 40 mil imagens da artista.

Confira o depoimento: