Vídeos

Trailer: Tunga, o esquecimento das paixões

Com depoimentos de Miguel Rio Branco, Paulo Sergio Duarte, Cildo Meireles, Bernardo Paz e muitos outros "Tunga, o esquecimento das paixões" traça uma linha do tempo da poética do artista


Cena do documentário "Tunga, o esquecimento das paixões". Crédito: Divulgação

O documentário"Tunga, o esquecimento das paixões" estreia nos cinemas no dia 9 de maio. O filme narra a  trajetória do artista pernambucano que foi o primeiro artista contemporâneo do mundo a ter uma obra exposta no Museu do Louvre. A poética de Tunga é multifacetada, ele pesquisou literatura, filosofia, psicanálise, teatro, cinema e ciências exatas e biológicas para realizar seu trabalho. O desenho, a escultura e a performance fazem parte de suas linguagens e suportes, o artista é considerado um dos criadores brasileiros mais importantes da arte contemporânea. Confira o trailer abaixo:


Créditos:
TUNGA, O ESQUECIMENTO DAS PAIXÕES
Brasil, 2018, cor, 73min
Direção: Miguel De Almeida
Produção: Beto Tibiriçá e Mario Borgneth
Produção: Plateau Produções
Coprodução: Canal Brasil
Voz: Marina Lima
Roteiro: Miguel De Almeida e Thomaz Marcondes
Fotografia: Aldo Ribeiro
Montagem: Alexandre Gwaz
Distribuição: CUP Filmes
Depoimentos: Miguel Rio Branco, Paulo Sérgio Duarte, Cildo Meireles, Bernardo Paz, Murilo Salles, Fernando Sant’Anna, Arthur Omar, Cosme Tome da Silva, Leonardo Gomes Guimarães, José Mário Pereira.
Estréia dia 9 de maio nos cinemas

 

Vídeo: Panorama da arte contemporânea brasileira no MAM-SP

O Canal Curta! divulgou através de sua página no YouTube um vídeo sobre a exposição "Passado/Futuro/Presente: Arte contemporânea brasileira no acervo do MAM-SP", onde os curadores Cauê AlvesVanessa Davidson falam mais sobre a mostra e a proposta que as obras trazem.

"É uma exposição que trata de artistas que produziram arte no Brasil nos últimos anos, nas últimas décadas; é uma exposição que nos ajuda a pensar o que é arte contemporânea e o que é ser um artista brasileiro nos dias de hoje", afirma Cauê Alves no vídeo.

"Esta exposição representa uma parceria entre o Phoenix Art Museum, do estado do Arizona, nos EUA, e o MAM-SP. São 72 obras de 58 artistas brasileiros que demonstram um recorte transversal da coleção de arte contemporânea brasileira do MAM. A ideia de 'Passado/Futuro/Presente' nasce de uma vontade de trazer conexões de continuidade e de ruptura entre artistas passados e presentes", explica a americana Vanessa Davidson.

Confira o vídeo completo a seguir:

Vídeo: artistas e criativos comentam sua relação com a cidade de SP

Em comemoração aos 465 anos de São Paulo, Red Bull estreia "O Lugar Que Chamamos de Caos", com personagens que passaram pelo Red Bull Station e deixam suas contribuições pela cidade. 

A nova websérie da Red Bull, chamada "O Lugar Que Chamamos de Caos", reúne artistas, criativos e empreendedores que passaram pelo Red Bull Station recentemente a fim de celebrar o aniversário de 465 anos de nossa megalópole, comemorado no próximo dia 25 de janeiro. Um artista plástico, uma dupla de makers, uma dançarina e um rapper - personagens que representam um pouco do potencial efervescente de São Paulo - vão revelar como a maior cidade do país, o local em que escolheram viver, é fonte de inspiração para seus projetos e suas vidas.

O capítulo de estreia traz o skatista e fotógrafo Flávio Samelo comentando o desafio de refinar seu olhar para conseguir cliques inusitados num espaço tão diverso como São Paulo. "São Paulo é uma cidade gigantesca, uma cidade-monstro muito frenética, então agilidade é algo vital", diz Samelo, que começou na fotografia clicando seus amigos andando de skate em uma pista da Zona Norte. No segundo episódio, cuja estreia foi em 17/01, a dupla do MudaLab conta como usa tecnologia e educação para propor mudanças sociais. No dia 22/01, a coreógrafa e dançarina Bella Fernandes revelou por que é apaixonada por Sampa, que é "a cara do hip-hop e da cultura urbana", como ela mesma diz. E, no último episódio, lançado 24/01, véspera do aniversário, o rapper paulistano Kamau conta um pouco da sua história com a megalópole, estritamente ligada à sua carreira de sucesso na música.

Confira a seguir o primeiro episódio e não deixe de ver os demais, disponíveis no canal da Red Bull Station no YouTube!

Vídeo: curador Cauê Alves sobre a mostra de Burle Marx no MuBE

O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), exibe até 17 de março de 2019 a mostra "Burle Marx: arte, paisagem e botânica", com curadoria de Cauê Alves. "Essa é uma exposição importante pro MuBE no sentido de que o museu está olhando para a sua própria história, para o seu próprio projeto inicial. Burle Marx, assim como Paulo Mendes da Rocha, são os responsáveis pela concepção desse museu", observa o curador na entrevista cedida ao canal Pavilion BR, disponível no YouTube.

Na exposição, o museu presta uma homenagem a um dos maiores paisagistas do século XX e as diferentes faces do seu trabalho, que ultrapassa o paisagismo, chegando às artes visuais, à botânica, ecologia e causas ambientais - em uma época na qual a bandeira do ambientalismo não era levantada, nem se quer defendida. "O paisagista é o mais conhecido, sem dúvida, mas Burle Marx tinha pretenções artísticas, ele pintou muito durante a vida toda. Desde os anos 40 ele pintou natureza mortas, que temos na exposição, até a década de 80 e 90, quando ele estava nas abstrações", comenta o curador.

Natureza, arte e arquitetura convergem na obra de Roberto Burle Marx, que transpunha com destreza a linguagem pictórica ao paisagismo, contrapondo formas orgânicas abstratas à rígida geometria da arquitetura.  "A exposição traz uma série de desenhos originais, projetos de Burle Marx. Acredito que essa exposição seja não só importante para compreender e ampliar o sentido da obra de Burle Marx, que ultrapassa muito apenas o paisagista, mas também é uma exposição que faz o museu se repensar", enfatiza Alves.

Confira no vídeo a seguir o depoimento completo do curador sobre a exposição: