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Programe-se: exposições que você não pode perder em setembro!

Setembro se aproxima e a agenda cultural da cidade está a todo vapor! Exposições aclamadas pelo público continuam em cartaz e novas mostras estão de portas abertas. O InfoArt fez uma seleção do que você não pode perder em São Paulo neste mês, programe-se!

1. “Histórias das Mulheres” e “Histórias Feministas: artistas depois de 2000”



Kaj Osteroth & Lydia Hamann, Admiring Polvo de Gallina Negra, Mistresses of Feminist Art, 2016. Óleo sobre tela, 115 x 160 cm. Cortesia das artistas . Crédito: Smina Bluth

Museu de Arte deSão Paulo Assis Chateaubriand(MASP) apresenta as mostras “Histórias das Mulheres” e “Histórias Feministas: artistas depois de 2000” que ficam em cartaz de 22 de agosto a 17 de novembro. As mostras são fruto do eixo temático homônimo escolhido pelo MASP para nortear as exposições do ano que tem por objetivo resgatar e difundir o trabalho de artistas mulheres, além de refletir sobre possíveis desdobramentos do feminismo nas artes visuais. Leia mais.

2.“Daniel Senise: Todos os santos”
Instituto Tomie Ohtake apresenta “Daniel Senise: Todos os santos”, a mostra fica em cartaz de 27 de agosto a 13 de outubro e reúne obras inéditas ou pouco vistas do artista carioca que expõe suas intervenções sobre ampliações fotográficas. 
A curadora, Daniela Labra, afirma que a exposição revela um “imbricamento de linguagens” que é fruto do pensamento pictórico do artista. “Desdobram sobre superfícies e imagens fotográficas o discurso acerca de memória, espacialidade, representação, materialidade, história da arte ocidental e filosofia que definem a pós-pintura de Daniel Senise”, comenta. Leia mais.

3.”Arte Atual: Jamais me olharás lá de onde te vejo”



Regina Parra, “não eu”, 2019, Óleo sobre papel, 76 x 56 cm, Cortesia Galeria Millan

Instituto Tomie Ohtake apresenta a oitava edição do programa Arte Atual, a mostra “Jamais me olharás lá de onde te vejo” que reúne obras de Éder Oliveira, Regina Parra e Virgínia de Medeiros. A exposição terá sua abertura no dia  07 de agosto, às 20h e fica em cartaz até 29 de setembro. O retrato como gênero pictórico e como forma de reconhecer e atribuir uma identidade ao retratado é o tema da exposição, o título da mostra foi criado a partir de uma frase do psicanalista Jacques Lacan presente no livro 11 de O Seminário denominado Os Quatro Conceitos Fundamentais da Psicanálise. Leia mais.

4."Somos muit+s: experimentos sobre coletividade"
Entre os dias 10 de agosto e 28 de outubro de 2019, a Pinacoteca do Estado de São Paulo exibe "Somos muit+s: experimentos sobre coletividade", exposição coletiva que investiga a prática artística como exercício coletivo. Com curadoria de Amanda Arantes, Fernanda Pitta e Jochen Volz, a mostra apresenta experiências artísticas pensadas enquanto diálogos, diretos ou indiretos, com a produção de Joseph Beuys, um dos mais importantes e ativos artistas da segunda metade do século 20. Possuem produções expostas outros sete artistas/coletivos nacionais e internacionais, além de Beuys: Hélio Oiticica, Maurício Ianês, Mônica Nador e Jamac, Coletivo Legítima Defesa, Rirkrit Tiravanija, Tania Bruguera e Vivian Caccuri. Leia mais

5. “Marepe: estranhamente comum” 

 


Marepe, A Mudança, 2005. Foto: Pedro Motta/Cortesia Galerie Max Hetzle

A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta “Marepe: estranhamente comum” na Pina Estação. A mostra é a primeira grande individual do artista baiano na cidade e revela um panorama de sua trajetória que teve início nos anos 1990. Com curadoria de Pedro Nery, curador do museu, a exposição fica em cartaz de 27 de julho a 28 de outubro.
A exposição reúne 30 obras que constroem as memórias do artista de sua terra natal, o Recôncavo Baiano. Nascido na cidade de Santo Antônio de Jesus, Marepe (Marcos Reis Peixoto) tece em sua poética pontes entre o sertão e o mar, locais por onde passavam diversas mercadorias, materiais de construção, e alimentos. Leia mais

6. "36ª edição do Panorama da Arte Brasileira"
O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) realiza, entre os dias 17 de agosto e 15 de novembro de 2019, a "36ª edição do Panorama da Arte Brasileira". A nova edição do Panorama tem como título "Sertão", conceito proposto pela curadora Júlia Rebouças para articular o 36º Panorama, do qual participarão 29 artistas e coletivos, e que tem assistência curatorial de Maria Catarina Duncan. Após um extenso processo de pesquisa e viagens por diversas regiões do Brasil, incluindo cidades como Cachoeira (BA), Recife (PE), Brasília (DF), Florianópolis (SC), São Paulo e a região do Cariri cearense, a curadora convidou artistas que se relacionam com o conceito, entendendo a própria arte como “sertão” – em sua instância de experimentação e resistência –, contestando, portanto, o viés restritivamente geográfico facilmente associado à palavra. Sertão é apresentado nesta exposição como um modo de pensar e de agir, que tem a criação artística como um de seus importantes aspectos definidores. Leia mais

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