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Esculturas ao ar livre do MAM São Paulo passam por processos de restauro e conservação

Com patrocínio da Bombril, projeto de conservação busca recuperar importantes esculturas e monumentos da cidade de São Paulo; obras de artistas consagrados como Nuno Ramos, Franz Weissmann e Amélia de Toledo integram a ação. 

Vista aérea do Jardim de Esculturas do MAM-SP. Foto: Frontera Filmes

O emblemático Jardim de Esculturas, área do Parque Ibirapuera projetada por Roberto Burle Marx para abrigar trabalhos que integram a coleção do Museu da Arte Moderna de São Paulo, recebe desde meados de fevereiro uma equipe especializada em limpar, restaurar e conservar obras de arte. Entre as 30 obras distribuídas e instaladas no espaço estão trabalhos de importantes nomes da cena contemporânea brasileira, tais como Franz Weissmann, com Cantoneiras (1975); Emanoel Araújo, com Aranha (1981); Nuno Ramos, com Craca (1995), Amélia de Toledo, com Sete Ondas (1995) e Denise Milan e Ary Perez, com Sectiones mundi (1988).

Patrocinado pela Bombril, o minucioso trabalho é idealizado pela Sequóia Produções e realizado em parceria com um respeitado escritório de restauro e conservação, o Ateliê Julio Moraes. A iniciativa teve início no final de 2018 e deve se estender até junho deste ano. Cada uma das obras receberá cuidados específicos, de acordo com seu estado de preservação e material utilizado para sua execução. Serão retiradas manchas de pichações, desgastes ocasionados por intempéries diversas e realizadas pinturas e polimentos quando necessário. Ao final do processo, as obras receberão uma cobertura que deve protegê-las e facilitar limpezas futuras.

Ao todo, 30 obras devem passar por processos de restauro e conservação no Jardim de Esculturas do MAM-SP. Foto: InfoArtSP.

A iniciativa já passou por duas fases. Na primeira, em novembro de 2018, foram recuperadas nove esculturas e monumentos da Praça da Sé, no centro da cidade. Entre os destaques, Abertura (1970), escultura em aço de Amilcar de CastroVoo (1967), de Caciporé TorresNuvem Sobre a Cidade (1979), de Nicolas VlavianosEmblema de São Paulo (1979), de Rubem Valentim e as esculturas Sem título de Mario Cravo Júnior, em aço inoxidável, e de Sergio Camargo, em mármore carrara - todos na Praça da Sé. Confira também o vídeo do restauro das obras na Sé.

Para além das esculturas, uma obra de extrema importância para a capital: o Marco Zero, idealizado por Jean Gabriel Villin e Américo Neto e instalado no centro geográfico de São Paulo. No dia 24 de fevereiro, véspera do aniversário de 465 anos da cidade, a obra passou por um restauro de última hora. Dias antes, havia sido derrubada por um caminhão, tendo sua superfície danificada. Ao longo do dia, a peça foi polida e as bordas de mármore quebradas com o impacto receberam uma massa a base de pó de mármore.

Obra Aranha, 1981, de Emanoel Araujo. Foto: InfoArtSP.

Já a segunda fase do projeto, realizada no final de janeiro, contou com a recuperação de três esculturas no Parque Trianon, na Avenida Paulista: Fauno (1944), de Victor BrecheretAnhanguera (1935), de Luís BrizzolaraBusto de Joaquim Eugenio de Lima (1952), de Roque de Mingo. "Buscamos obras instaladas em regiões extremamente emblemáticas da cidade. São pontos turísticos, com um fluxo grande de pessoas e com trabalhos de grandes nomes da arte moderna e contemporânea brasileira", pontua Eduardo Lara Campos, diretor da Sequóia Produções.

"Somos uma das marcas mais queridas e lembradas pelos consumidores. Esse ambicioso projeto surge como forma de retribuirmos para a população o carinho que recebemos ao longo dos 71 anos de nossa história. Preservar o nosso patrimônio histórico, além de ser um compromisso com o nosso passado, é fundamental para fortalecermos a identidade cultural da nossa sociedade", afirma Guilherme Auger, diretor de marketing da Bombril.

O projeto de recuperação contará ainda com o registro fotográfico e audiovisual de todas as obras. O material será compilado em um catálogo impresso e digital que terá como intuito preservar e divulgar esse patrimônio cultural da cidade. A iniciativa conta com patrocínio da Bombril e apoio do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Obra Cantoneiras, 1975, de Franz Weissmann passando pelo processo de restauro do projeto. Foto: InfoArtSP.

Sobre o Jardim de Esculturas do MAM São Paulo
O Jardim de Esculturas foi projetado por Roberto Burle Marx para receber obras da coleção do MAM, integrando-se visualmente aos espaços do museu. Inaugurado em 1993, ele abriga 30 esculturas numa área de 6 mil metros quadrados, sendo um dos principais acervos brasileiros expostos a céu aberto.

Visitas educativas acontecem regularmente. Para agendamento: +55 11 5085-1313 ou educativo@mam.org.br.

Sobre a Bombril
A Bombril conquistou milhares de lares no Brasil inteiro com um produto revolucionário: a lã de aço. Com o tempo, a marca foi crescendo e se desenvolvendo até se tornar o que é hoje: a maior empresa em soluções de limpeza do país. Hoje são centenas de produtos para manter as casas brasileiras com aquele cheirinho de limpeza.

Detentora de marcas consagradas, como Limpol, Mon Bijou, Sapólio Radium, Kalipto e Pinho Bril, a Bombril tornou o seu principal produto, a lã de aço, sinônimo de categoria e líder absoluta no mercado brasileiro. Nossas marcas contam com posições muito relevantes de mercado e carregam valores que simbolizam respeito pelo consumidor, excelente relação qualidade/preço e grande versatilidade. Isso é o que garante nossas "mil e uma utilidades".

Há 71 anos a Bombril faz parte do dia a dia dos consumidores que querem as melhores soluções para a limpeza diária. O público confia na Bombril e essa credibilidade tornou a empresa líder absoluta em vários segmentos. É uma marca sólida e confiável, que visa o crescimento focado no futuro, de maneira sustentável e com o trabalho em conjunto de parceiros e colaboradores.

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