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5 exposições de 2015 ainda em cartaz

Aproveitando o início de ano e um 2016 com grandes mostras que chegarão a São Paulo, selecionamos algumas exposições inauguradas em 2015, e que estão em suas últimas semanas em cartaz, para serem visitadas.

FILHOS DA GUERRA: O CUSTO HUMANITÁRIO DE UM CONFLITO IGNORADO
ARTISTAS: GABRIEL CHAIM
CURADORIA: MARCELLO DANTAS
ATÉ 16/1
ZIPPER GALERIA

"Filhos da Guerra: O Custo Humanitário de um Conflito Ignorado", parceria da Zipper Galeria e a Human Rights Watch Brasil, traz a São Paulo imagens em grande dimensão da guerra na Síria entre os dias 3 de dezembro de 2015 e 16 de janeiro de 2016. O trabalho de Gabriel Chaim, "Filhos da Guerra: O Custo Humanitário de um Conflito Ignorado", conta com curadoria de Marcello Dantas e reúne nove imagens e um vídeo feito por drones que mostram a tragédia humana da guerra civil por diferentes olhares: das mulheres, das crianças, dos algozes, em fotos de grande dimensão (1,5 m x 2,25 m), que destoam do padrão das fotos documental e trazem o impacto do drama em cada registro.


Mulher segura fotografia de seu falecido esposo (110 x 165 cm) / Foto: Gabriel Chaim

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DO CONCRETO AO ALEGÓRICO
ARTISTAS: FRANCISCO KLINGER CARVALHO
CURADORIA: KARIN STEMPEL E RICARDO RESENDE
ATÉ 18/1
MUBE - MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) apresenta a exposição “Do concreto ao Alegórico”, do artista paraense Francisco Klinger Carvalho. Nessa individual, o artista entrelaça olhares sobre as formas de intervenção artística, predominando a escultura. A curadoria é assinada pelo brasileiro Ricardo Resende e pela alemã Karin Stempel. A presença de curadores de dentro e fora do Brasil tem muito a ver com a trajetória do artista. Klinger Carvalho nasceu no município de Óbidos, Pará, à beira da parte mais estreita e profunda do rio Amazonas, mas já há algum tempo se divide entre Alemanha e Colômbia, países com os quais mantém laços profundos, pessoais e de trabalho.


Francisco Klinger Carvalho, Reverência - Barroco Decaído / Divulgação

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OCUPAÇÃO GRUPO CORPO
ARTISTAS: GRUPO CORPO
ATÉ 17/1
ITAÚ CULTURAL

O programa Ocupação Itaú Cultural apresenta uma exposição em homenagem ao Grupo Corpo, companhia de dança mineira que completa 40 anos em 2015. A mostra traz fotos que revelam o dia a dia dos bailarinos, da equipe técnica e da produção artística do grupo. As mais de mil imagens foram registradas – em viagens, ensaios e momentos de lazer – pelos próprios integrantes da companhia. Em quatro décadas de história, o Grupo Corpo produziu mais de 35 espetáculos, visitou mais de 40 países e contou com a participação de mais de cem bailarinos. No entanto, neste caso, os números dão uma vaga indicação do que é a companhia. Talvez porque o mais correto seja não apenas descrevê-la por meio da precisão dos dígitos, mas defini-la pelo que tem de indescritível.


Ocupação Grupo Corpo, Missa do Orfanato, 1989 (Foto: Acervo Corpo)

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EU NÃO ESTOU AQUI
ARTISTAS: ZNORT
CURADORIA: PAULO KASSAB JR.
ATÉ 20/1
GALERIA LUME

A Galeria Lume exibe, simultaneamente, as individuais "Eu Não Estou Aqui", de ZNort, e "Areia Movediça", de Talita Hoffmann, ambas com curadoria de Paulo Kassab Jr. ZNort utiliza técnicas e suportes variados, em trabalhos que abordam temas inerentes ao ser humano e ao “ser artista”, levantando questões como ser ou não ser algo, pertencer ou não a algum lugar, ter ou não ter valores - como status e reconhecimento. Em "Areia Movediça", Talita Hoffmann apresenta uma série com pinturas relacionadas a espaços em obra, construções, áreas abandonadas ou em constante transformação, mesclando desenhos arquitetônicos, cores e estruturas com elementos do design gráfico urbano.


ZNort, falhas miméticas #10 “eu sou um ponto de singularidade”, 2015 (madeira, osso, tinta látex, tecido e parafina, 120 x 120 x 16 cm) / Divulgação

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