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Vídeo: artistas e criativos comentam sua relação com a cidade de SP

Em comemoração aos 465 anos de São Paulo, Red Bull estreia "O Lugar Que Chamamos de Caos", com personagens que passaram pelo Red Bull Station e deixam suas contribuições pela cidade. 

A nova websérie da Red Bull, chamada "O Lugar Que Chamamos de Caos", reúne artistas, criativos e empreendedores que passaram pelo Red Bull Station recentemente a fim de celebrar o aniversário de 465 anos de nossa megalópole, comemorado no próximo dia 25 de janeiro. Um artista plástico, uma dupla de makers, uma dançarina e um rapper - personagens que representam um pouco do potencial efervescente de São Paulo - vão revelar como a maior cidade do país, o local em que escolheram viver, é fonte de inspiração para seus projetos e suas vidas.

O capítulo de estreia traz o skatista e fotógrafo Flávio Samelo comentando o desafio de refinar seu olhar para conseguir cliques inusitados num espaço tão diverso como São Paulo. "São Paulo é uma cidade gigantesca, uma cidade-monstro muito frenética, então agilidade é algo vital", diz Samelo, que começou na fotografia clicando seus amigos andando de skate em uma pista da Zona Norte. No segundo episódio, cuja estreia foi em 17/01, a dupla do MudaLab conta como usa tecnologia e educação para propor mudanças sociais. No dia 22/01, a coreógrafa e dançarina Bella Fernandes revelou por que é apaixonada por Sampa, que é "a cara do hip-hop e da cultura urbana", como ela mesma diz. E, no último episódio, lançado 24/01, véspera do aniversário, o rapper paulistano Kamau conta um pouco da sua história com a megalópole, estritamente ligada à sua carreira de sucesso na música.

Confira a seguir o primeiro episódio e não deixe de ver os demais, disponíveis no canal da Red Bull Station no YouTube!

Vídeo: curador Cauê Alves sobre a mostra de Burle Marx no MuBE

O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), exibe até 17 de março de 2019 a mostra "Burle Marx: arte, paisagem e botânica", com curadoria de Cauê Alves. "Essa é uma exposição importante pro MuBE no sentido de que o museu está olhando para a sua própria história, para o seu próprio projeto inicial. Burle Marx, assim como Paulo Mendes da Rocha, são os responsáveis pela concepção desse museu", observa o curador na entrevista cedida ao canal Pavilion BR, disponível no YouTube.

Na exposição, o museu presta uma homenagem a um dos maiores paisagistas do século XX e as diferentes faces do seu trabalho, que ultrapassa o paisagismo, chegando às artes visuais, à botânica, ecologia e causas ambientais - em uma época na qual a bandeira do ambientalismo não era levantada, nem se quer defendida. "O paisagista é o mais conhecido, sem dúvida, mas Burle Marx tinha pretenções artísticas, ele pintou muito durante a vida toda. Desde os anos 40 ele pintou natureza mortas, que temos na exposição, até a década de 80 e 90, quando ele estava nas abstrações", comenta o curador.

Natureza, arte e arquitetura convergem na obra de Roberto Burle Marx, que transpunha com destreza a linguagem pictórica ao paisagismo, contrapondo formas orgânicas abstratas à rígida geometria da arquitetura.  "A exposição traz uma série de desenhos originais, projetos de Burle Marx. Acredito que essa exposição seja não só importante para compreender e ampliar o sentido da obra de Burle Marx, que ultrapassa muito apenas o paisagista, mas também é uma exposição que faz o museu se repensar", enfatiza Alves.

Confira no vídeo a seguir o depoimento completo do curador sobre a exposição:

Vídeo: Lourenço Mutarelli e a materialização do seu inconsciente no SESC Pompeia

A mostra "Meu nome era Lourenço", em cartaz no SESC Pompeia, exibe 147 obras originais de Lourenço Mutarelli, sendo algumas inéditas. Com curadoria de Manu Maltez, a exposição apresenta telas, colagens, esculturas, desenhos e reproduções de cadernos – 21 deles estarão disponíveis para leitura -, além de todos seus livros publicados, trechos de filmes e um excerto de um documentário sobre o multiartista.

Na matéria do programa Metrópolis, da TV Cultura, Mutarelli fala um pouco sobre o seu universo criativo, misterioso e sombrio. "É quase a materialização da construção do meu pensamento, do inconsciente", comenta o artista. "As coisas mais legais dessa exposição não são minhas, são as máscaras, os bonecos. Elas vêm do meu trabalho, mas através da ideia dele [Manu Maltez], da Gigi [Manfrinato] e do Joaquim [Almeida] que trabalharam [em algumas obras expostas]", observa.

A exposição fica em cartaz até 17 de fevereiro de 2019.

Veja a matéria completa a seguir:

Vídeo: O acervo e a retrospectiva de Millôr Fernandes no IMS Paulista

Em cartaz até 27 de janeiro de 2019 no IMS Paulista, a mostra "Millôr: obra gráfica" exibe um conjunto de 538 imagens do humorista, dramaturgo e tradutor, Millôr Fernandes. Com curadoria de Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires, a retrospectiva mapeou sete décadas de produção do artista, partindo do acervo com 7 mil imagens que estão sob os cuidados do IMS.

"Todo esse projeto da exposição, ele nasceu muito do trabalho com o acervo. O Acervo do Millôr Fernandes chegou ao Instituto em 2013, logo um ano após a morte do artista, e esse acervo vem sendo trabalhado desde então: a gente se dedica à pesquisa, à conservação, e isso gera uma catalogação, que vem sendo feita desde então", comenta a curadora Julia Kovensky no vídeo.

A mostra divide em cinco grandes conjuntos a obra gráfica de Millôr, dos autorretratos à crítica implacável da vida brasileira, passando pelas relações humanas, o prazer de desenhar e a imensa e importante produção do “Pif-Paf”, seção que manteve na revista O Cruzeiro entre 1945 e 1963.

"Cada pessoa tem o seu Millôr e cada década tem uma lembrança... O objetivo dessa exposição, que é a primeira feita desse jeito, é a gente dar um panorâma de toda essa produção", observa Paulo Roberto Pires, curador da mostra, no vídeo.

Confira a seguir um pequena amostra desta exposição imperdível: