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1ª edição do circuito nike+ no ibirapuera

A primeira rota elaborada pelo InfoartSP permite que os amantes de corrida e das artes visuais conheçam melhor as obras presentes no Parque do Ibirapuera. Ofereceremos a nossos leitores duas opções de treinamento, uma de 6 km e a outra, de 3 km, que foram testadas pela equipe NIKE+ RUN CLUB SP.   

Conheça abaixo as duas rotas e uma descrição das 14 obras que fazem parte dos circuitos. 

ROTA 3K:

·      INÍCIO
-SINCRONIZE SEU NIKE + RUNNING APP
-ENTRADA PELO PORTÃO 5
-DIREITA (0,1K)
-ESQUERDA NA R. DO LEÃO
-MANTENHA-SE À ESQUERDA (0,4K)
-CONTORNE A PRAÇA DA ESCULTURA PEGA PORCO
-MANTENHA-SE À ESQUERDA (0,2K)
-MANTENHA-SE À ESQUERDA (1K)
-CONTORNE A PRAÇA DA ESCULTURA  LAACONTE (0,1K)
-SIGA EM FRENTE (0,8K)
-ESQUERDA ACESSO À MARQUISE
-DIREITA (0,2K)
-ESQUERDA NA ARANHA DO MAM
-JARDIM DAS ESCULTURAS
·      FIM

ROTA 6K:

·      INÍCIO
-SINCRONIZE SEU NIKE + RUNNING APP
-ENTRADA PELO PORTÃO 5
-DIREITA (0,1K)
-ESQUERDA NA R. DO LEÃO
-MANTENHA-SE À ESQUERDA (0,4K)
-CONTORNE A PRAÇA DA ESCULTURA PEGA PORCO
-MANTENHA-SE À ESQUERDA (0,2K)
-MANTENHA-SE À ESQUERDA (1K)
-CONTORNE A PRAÇA DA ESCULTURA  LAACONTE (0,1K)
-SIGA EM FRENTE (0,8K)
-ESQUERDA ACESSO À MARQUISE
-DIREITA (0,2K)
-ESQUERDA NA ARANHA DO MAM
-JARDIM DAS ESCULTURAS
-DIREITA NA MARQUISE (0,2K)
-CONTORNE A BIENAL EM SENTIDO ANTI-HORÁRIO (0,4K)
-SIGA EM FRENTE ATÉ O AUDITORIO (0,4K)
-CONTORNE PELA LATERAL DIREITA DO AUDITORIO (O,2K)
-SIGA EM FRENTE (0,2K)
-CONTORNE AS ESCULTURAS
-ENTRE NA TRILHA A ESQUERDA ATÉ A MARQUISE (O,2K)
-DIREITA ATÉ O MUSEU AFRO (0,2K)
-DIREITA ATÉ A TRILHA (0,1K)
-SIGA A TRILHA BEIRANDO O LAGO (0,6K)
-ESQUERDA NOS EQUIPAMENTOS DE GINÁSTICA
-DIREITA SAINDO DA PISTA PRINCIPAL (0,01K)
-EM FRENTE (0,3K)
-DIREITA (0,3K)
-ESQUERDA ACESSO À MARQUISE
-DIREITA (0,02K)
-ESQUERDA NA ARANHA DO MAM
-JARDIM DAS ESCULTURAS
·      FIM                

Obras:

A - Leão. Prosper Lecourtier, 1910, escultura em mármore.
Durante a gestão de Raymundo Duprat (1911-1914), a peça foi adquirida para embelezar a esplanada do Teatro Municipal e depois, em 1922, transferida para o Parque Dom Pedro II. No final dos anos 1960, o Leão foi instalado no Parque do Ibirapuera.

B - A Pega do Porco (ou Porco Ensebado). Ricardo Cipicchia, 1952, escultura em bronze.
Pega do Porco ou Porco Ensebado cativa o público pela simplicidade da cena retratada: a brincadeira entre dois meninos que se esforçam para pegar o porco que foge, escorregando por suas mãos.

C - Réplica Grupo de Laocoonte. Liceu das Artes, 1954, escultura em bronze.
Localizada hoje em dia no museu do Vaticano, a obra encontrada em 1506 remonta uma passagem da lenda da guerra de Tróia, onde Laocoonte teria irritado o Deus Apolo, que enviou répteis para matar seus filhos. A escultura foi levada para o Parque do Ibirapuera em sua inauguração, no ano de 1954.

D - Planetário Professor Aristóteles Orsini, 1957.
Primeiro planetário do Brasil, é considerado patrimônio histórico, cultural e ambiental da cidade de São Paulo. Foi reaberto em 2006, mas, no momento, não está em operação.

E - Busto Chico Mendes. Heloísa Quintanilha Ribeiro, 1989, escultura em bronze.
Sindicalista rural e incansável defensor da natureza, Chico Mendes recebeu essa homenagem no Parque do Ibirapuera em 22 de dezembro de 1989, data do primeiro aniversário de sua morte.

F - Banco Ibirapuera. Hugo França, 2010.
O designer Hugo França realiza, desde 2010, com apoio da administração do Parque Ibirapuera, um projeto que dá visibilidade à questão de aproveitamento de árvores, transformando-as em mobiliário público e esculturas lúdicas.

G - Viva o Ibirapuera (grafite). Eduardo Kobra, 2014.
Mural do grafiteiro Kobra em homenagem aos 60 anos do Parque Ibirapuera. Ao lado do Museu de Arte Moderna, sob as marquises do parque, a obra ilustra o dia a dia dos frequentadores do local.

H - Museu de Arte Moderna (MAM), Felipe Chaimovich (Curador). Inaugurado em 1948.
Sob as marquises do projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer para o Ibirapuera desde 1968, o MAM abriga mais de 5 mil obras produzidas por grandes nomes da arte moderna e contemporânea, como Cândido Portinari, Di Cavalcanti e Tarsila do Amaral.

I – Pavilhão Ciccillo Matarazzo, ou “Pavilhão da Bienal”. Oscar Niemeyer, 1953.
O Pavillhão Ciccillo Matarazzo, projeto de Oscar Niemeyer, recebe desde os anos 50 um dos mais importantes eventos de arte do mundo: a Bienal de São Paulo. O prédio, tombado pelo Patrimônio Histórico, é um ícone da arquitetura modernista brasileira, tendo forte vínculo com a trajetória da arte moderna e contemporânea no país.

J - Oca do Ibirapuera. Oscar Niemeyer, 1953.
Projetado por Oscar Niemeyer, o edifício da Oca abrigou por anos o Museu da Aeronáutica e o Museu do Folclore. Hoje, depois de uma reforma comandada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha em 2000, funciona como pavilhão para grandes exposições e eventos, sendo um importante ponto no mapa cultural da cidade.

K - Auditório Ibirapuera. Oscar Niemeyer, concebido em 1953 e inaugurado em 2005.
A história do auditório remonta ao projeto original do arquiteto Oscar Niemeyer para o Parque, que data de 1953. De lá até o início das obras, em 2003, 50 anos se passaram. Com 7 mil m² de área construída, esse espaço apresenta também obras do arquiteto e outros artistas.

L - Ibrahim Nobre. Luiz Morrone, 1972, escultura em bronze e pedestal em granito.
Ibrahim Nobre é um dos importantes nomes do movimento constitucionalista de 1932, que colocou o Estado de São Paulo em conflito com o governo de Getúlio Vargas. Inaugurada no 40° aniversário da revolta, a obra possui, no interior do pedestal, punhados de terra de diferentes regiões do estado, representando que o homenageado e os paulistas nunca estarão separados.

M - Marquês de Tamandaré. Luiz Morrone, 1981, escultura em bronze e pedestal em granito.
Obra em homenagem ao almirante que é considerado Patrono da Marinha de Guerra do Brasil, popularmente conhecido como Marquês de Tamandaré. Desde sua inauguração, o monumento reúne comemorações e cerimônias militares referentes à Marinha.

N – Museu Afro Brasil, Emanoel Araújo (Diretor Curatorial). Inaugurado em 2004
O Museu Afro Brasil disponibiliza um acervo com mais de 6 mil obras produzidas entre o século XVIII e os dias de hoje. Evidenciando a perspectiva africana na formação da identidade, da cultura e do patrimônio brasileiro, o museu contribui significativamente para a construção da memória, da história e da arte brasileira e afro-brasileira.

Ambos treinos terminam no MAM. Pra quem quiser ficar mais por dentro das outras obras espalhadas entre a Oca e o MAM veja a descrição do Jardim das Esculturas.

E aí, preparados?